Segurar o xixi faz mal? Descubra com a CUB

A resposta é ‘sim’, pode fazer mal! Isso acontece porque o fluxo de urina ajuda na eliminação de bactérias que estejam presentes no trato urinário, evitando, assim, a ocorrência de infecções. Portanto, quanto maior o tempo que uma pessoa fica sem ir ao banheiro, mais urina fica acumulada na bexiga, favorecendo a proliferação de bactérias na bexiga.

Como resultado, a pessoa pode desenvolver: infecção urinária, incontinência urinária (já que a bexiga pode, em casos extremos, perder sua capacidade elástica) e até pedra nos rins (há um favorecimento de acúmulo dos elementos que seriam eliminados junto com a urina e, com isso, eles podem se sedimentar).

Portanto, fica a fica: beba bastante água e elimine a urina adequadamente! Tire mais dúvidas conosco. Agende uma consulta!

Mitos e verdades sobre as pedras nos rins

Churrasco aumenta o risco de pedra nos rins.

VERDADE – Alimentos ricos em proteína animal, sobretudo, quando muito salgados, como o churrasco, tendem a elevar a quantidade de sódio no organismo.

Ingestão de sementes de tomate pode causar pedra nos rins.

MITO — O risco de desenvolvimento de cálculos renais não está associado à ingestão de sementes nem de caroços.

Pouca ingestão de líquido aumenta o risco de pedras nos rins.

VERDADE — A urina atua na eliminação de cristais sólidos de sais e minerais. Ao bebermos pouco líquido, a urina fica mais concentrada, o que aumenta a concentração desses cristais.

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Holmium laser – Tratamento mais eficiente e moderno para fragmentação de calculo urinário

A ação do Holmium Laser, com seu feixe de luz em um comprimento de onda especial, leva calor que em contato com o cálculo, faz desintegrar as ligações entre os cristais.

Uma vez fragmentado o cálculo, podemos retirar os fragmentos com o auxilio de cestas ou pinças, ou se forem transformados em poeira, esperar que sejam eliminados naturalmente pela urina.

Contamos com esta alternativa de tratamento, eficaz, segura e rápida! Tudo que há de moderno para melhor atender você!

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Principais causas da Infertilidade masculina

Doenças sexualmente transmissíveis, diabetes, caxumba, câncer, problemas na anatomia masculina ou mesmo hormonais podem afetar – ainda que indiretamente – o funcionamento do aparelho reprodutor do homem.

Veja de que forma cada um desses fatores afeta a fertilidade e quais são os tratamentos disponíveis na unidade.

Caxumba

Transmitida por tosse, espirros e saliva da pessoa infectada, a caxumba é uma infecção muito comum na infância que pode ser facilmente evitada com administração da vacina.

A doença afeta as glândulas parótidas – por isso o inchaço atrás das orelhas –, mas pode instalar-se também nos testículos, provocando sua inflamação (orquite). Nesse caso, como a área atingida é justamente a da fabricação dos espermatozoides, ela pode provocar infertilidade. E, diferentemente do que reza a crença popular, ficar em repouso absoluto durante a manifestação da doença não garante que o homem não tenha esse tipo de inflamação. Prevenir ainda é o melhor remédio.

Diabetes

Esta é uma doença crônica que pode, sim, prejudicar a fertilidade masculina. Como ela age desregulando o sistema hormonal do corpo, pode reduzir os níveis de testosterona e interferir no processo de fabricação e maturação das células reprodutivas do homem.

Ejaculação retrógrada, em que parte do ou todo o sêmen não é expelido, e espermatozoides com DNA fragmentado, que causam má-formação do embrião e consequentemente abortos espontâneos, são alguns dos problemas decorrentes da doença.

Doenças sexualmente transmissíveis (DST)

A clamídia e a gonorreia são as que mais afetam a fertilidade masculina. Suas feridas podem causar aderências nas estruturas do aparelho reprodutor masculino, assim como acontece com as trompas de Falópio nas mulheres. Essas aderências atrapalham a passagem do sêmen e dificultam a mobilidade interna dos órgãos. Seu tratamento é medicamentoso, à base de antibióticos.

Anticorpos antiespermatozoides

Muitas vezes, a célula reprodutiva masculina é atacada por inimigos do próprio homem. São os chamados anticorpos antiespermatozoides, que respondem por 10% dos casos de infertilidade masculina.

Isso acontece com frequência em pacientes com doenças autoimunes, que têm varicocele ou mesmo infecções, entre outras. Esse anticorpo não chega a destruir as células, mas atrapalha seu deslocamento, quando se liga a sua cauda, ou sua capacidade de penetrar no óvulo, quando está ligado à cabeça do espermatozoide.

Além dos anticorpos antiespermatozoides, o fator imunológico também pode gerar a infertilidade. Os motivos que estão por trás da criação de células de defesa que atacam o sistema reprodutor ou suas células ainda são, no entanto, desconhecidos.

Hormônios

Os hormônios são substâncias importantíssimas para o corpo humano. Servem para orientar todo o seu funcionamento, incluindo o do sistema reprodutor. Por isso, qualquer alteração que gere falta ou excesso deles interfere na fertilidade.

Algumas substâncias tóxicas podem causar modificações nas glândulas que produzem os hormônios masculinos e, por isso, gerar infertilidade. A alteração na quantidade de hormônios masculinos pode, por exemplo, modificar ou bloquear o funcionamento dos testículos, comprometendo sua função no processo reprodutivo. Tumores, cirurgias e traumas, entre outros, também podem afetar o bom desempenho das glândulas.

Os anabolizantes, em forma de medicamentos ou suplementos alimentares, têm papel importante como causadores de infertilidade. Bloqueiam o funcionamento da hipófise e, consequentemente, a produção da cadeia hormonal que regula a fabricação dos espermatozoides. Em alguns casos isso ocorre de forma irreversível, já que a hipófise para de funcionar e atrofia.

Problemas na anatomia masculina

Há homens cujos testículos demoraram a descer para o escroto após o nascimento. Outros são portadores de varicoceles, quando as veias dos testículos incham, provocando varizes na região. E há ainda os que ejaculam dentro da bexiga, em vez de expelir o sêmen para fora do pênis, ou que apresentam obstruções nos canais seminais e mesmo sua ausência.

Causas genéticas para a infertilidade tanto podem estar relacionadas ao modo de funcionamento do aparelho reprodutor quanto à presença de genes com defeitos no DNA do espermatozoide. A primeira hipótese é descoberta com o cariótipo, mapeamento genético das células. A outra pode ser diagnosticada com o teste de microdeleção do cromossomo Y, por exemplo.

Para qualquer um dos casos, no entanto, recomenda-se fazer a fertilização in vitro (FIV) juntamente ao diagnóstico pré-implantacional nos embriões fecundados em laboratório. Não há prevenção ou tratamento para essas alterações, mas com o diagnóstico, o casal pode ser mais bem orientado quanto às chances de sucesso e os riscos

Idade

Por muitos anos acreditou-se que somente as mulheres sofriam com o passar dos anos, produzindo menos óvulos ou de pior qualidade. Já os homens eram considerados totalmente imunes ao fator idade quando se falava em capacidade de reprodução.

Hoje, com os estudos mais recentes e a própria prática clinica, sabe-se que eles também podem ter uma diminuição na produção de espermatozoides. E, mais do que isso, sabe-se que embriões de pais com mais de cinquenta anos têm mais chance de apresentar síndrome de Down, correm seis vezes mais risco de ter autismo e quatro vezes mais de apresentar esquizofrenia. Outros tipos de alterações decorrentes da idade do homem podem ser a causa inclusive de abortos.

Por isso, quando houver alguma suspeita de má-formação congênita, como é o caso de abortos repetidos, a indicação é para que se recorra à investigação pré-implantacional no embrião, também conhecida por PGD ou DPI.

Câncer

Pacientes com câncer correm sério risco de ficar inférteis por conta da própria doença e, principalmente, por causa do tratamento dela.

Os tipos de câncer mais comuns nos homens são o de testículo, a doença de Hodgkin e a leucemia. Dependendo do grau e da localização da doença, o tratamento pode ser cirúrgico, complementado por sessões de radioterapia e quimioterapia.

As cirurgias para remoção do tumor podem lesar partes anatômicas importantes no aparelho reprodutor do homem. Já as sessões radiológicas e de medicamentos comprometem, na maioria das vezes, a produção de espermatozoides, danificando seu material genético de forma irreversível.

Para evitar esses danos, existe a crioterapia. Com essa técnica, os espermatozoides são colhidos e congelados antes de se iniciar o tratamento oncológico. Outra forma de preservar os espermatozoides é o congelamento do tecido testicular em que, por meio de uma cirurgia, retira-se parte do testículo para ser congelada.

Quando curado, o paciente pode ter o tecido reconstituído e recolocado no local original. Diferentemente do congelamento de sêmen, esta é uma técnica ainda em estudo, mas que deve ser considerada principalmente para pacientes que não têm ejaculação, pois não entraram na puberdade ainda.

Sem causa aparente

Muitas vezes as causas da i​nfertilidade não são diagnosticadas. Calcula-se que de 15% a 20% dos homens que procuram ajuda para ter filhos não obtêm uma resposta para seu problema.

O estresse e a ansiedade decorrentes dessa situação são ruins e também podem afetar o resultado de um tratamento de reprodução assistida.

A boa noticia é que isso tende a diminuir com o avanço da medicina. Um bom exemplo são as terapias genéticas que vão permitir daqui a alguns anos tratar diretamente um gene ou cromossomo com defeito que esteja impedindo a fecundação ou a formação de um embrião saudável.

Além da questão genética, outros grupos de causas não determinadas intrigam os cientistas. Fatores imunológicos, cujos mecanismos ainda são desconhecidos, ou de implantação do embrião no útero são apenas alguns deles.​​

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Cigarro causa 75% dos casos de câncer de bexiga

Apesar de o pulmão ser visto como a principal vítima do tabagismo, a bexiga também é fortemente afetada pelas substâncias químicas — muitas delas carcinogênicas — do cigarro.

Depois de inaladas, elas entram na corrente sanguínea e são filtradas pelos rins. E, lá adiante, na bexiga, a urina ainda contém componentes do cigarro, o que pode danificar células da região.

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Prevenção contra o câncer de bexiga

Embora não haja nenhuma maneira garantida de prevenir o câncer de bexiga, você pode tomar medidas para ajudar a reduzir o risco de desenvolver a doença. Por exemplo:

NÃO FUME:
Não fumar significa que substâncias cancerígenas na fumaça não serão armazenadas em sua bexiga, o que evita o desgaste de seu revestimento interno e ajuda a prevenir o câncer.

CUIDADO COM PRODUTOS QUÍMICOS:
Se você trabalha com produtos químicos, siga todas as instruções de segurança para evitar a exposição.

BEBA ÁGUA DURANTE TODO O DIA:
Beber líquidos, especialmente água, pode diluir as substâncias tóxicas que possam ser concentrados em sua urina e expulsá-los de sua bexiga de forma mais rápida.

Ao menor sinal procure um médico. Agende uma consulta! (71) 3243-2033

Quando devo buscar um urologista para avaliação da minha fertilidade?

  • Depois de 1 ano de tentativa de gravidez sem sucesso OU após 6 meses de tentativa, caso sua parceira tenha mais de 35 anos.
  • Diagnóstico prévio de doenças urológicas ou sistêmicas que possam afetar o espermograma.
  • Pacientes em tratamentos oncológicos que afetem o espermograma de maneira irreversível, visando o congelamento de sêmen.

O tratamento para infertilidade conjugal depende das suas causas, podendo ser clínico, cirúrgico ou através da fertilização in vitro.

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O que é exame PSA e qual sua importância?

O PSA é uma substância produzida normalmente pela próstata e que é dosada no exame de sangue.

O exame de PSA faz parte do preventivo regular da saúde do homem. Conhecido por Antígeno Prostático Específico, ele é um exame de sangue que diagnostica alterações na SAÚDE DA PRÓSTATA (como prostatite, hipertrofia benigna da próstata ou câncer de próstata) ao examinar a concentração de antígenos produzidos pela glândula.

Entre em contato conosco e saiba mais!

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Sintomas da cólica Renal

Cálculos localizados dentro do rim habitualmente não causam sintomas. Estes somente incomodarão quando se movimentarem para sair do rim e obstruírem o ureter (conduto que ecoa a urina do rim para a bexiga). Nesta situação pode se manifestar:

Início por dor nos flancos parecendo uma lombalgia, abrupta, cólica, náuseas e vômitos, são alguns dos sintomas mais frequentes que afetam homens que passam por uma cólica renal.

Por isso, é muito importante realizar um check-up regularmente com seu Urologista para se ter um diagnóstico prévio para confirmação da doença.
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Aproveitando o DIA DOS NAMORADOS vamos falar sobre a DISFUNÇÃO ERÉTIL!

Aproveitando o DIA DOS NAMORADOS para falar sobre a DISFUNÇÃO ERÉTIL! É um dos males que afetam a saúde sexual masculina, mas ainda é tabu para muitos homens. Esse impedimento compromete a virilidade masculina e pode acarretar problemas como decepção, baixa autoestima e depressão.

Todo homem está sujeito a eventuais falhas de ereção . No entanto, episódios frequentes devem ser reportados ao especialista. É muito importante que o paciente relate o problema sem omitir sintomas, pois o diagnóstico da disfunção erétil pode ser parcialmente concluído por meio da conversa entre o paciente e o médico urologista. 💬

Nos dias atuais, já existem os mais diversos tipos de tratamento para disfunção erétil, sem precisar de cirurgia. Para mais informações agende uma avaliação!

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